Olá, amigo(a) da Palavra de Deus!
Na reflexão de hoje, meditaremos sobre uma verdade essencial para todos aqueles que foram transformados e se tornaram nova criatura em Cristo: a Obra do Senhor continua, e Ele conta conosco para realizá-la. Jesus, ao subir aos céus, colocou em nossas mãos o bastão da missão. Assim como fomos alcançados por Sua graça, agora somos chamados a permanecer firmes, focados e comprometidos em alcançar outras vidas — edificando, cuidando e anunciando a salvação.
Em Mateus 9:35-38, encontramos um chamado que ecoa até hoje:
"Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando nas sinagogas, anunciando o Reino e curando toda sorte de doenças. Ao ver a multidão, compadeceu-se, pois estavam cansadas e desamparadas, como ovelhas sem pastor. Então disse aos discípulos: “A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos. Roguem ao Senhor da colheita que envie mais trabalhadores para a sua seara.”
Jesus é o maior exemplo de amor, serviço e entrega. Por onde passava, levava a Presença de Deus, revelava o amor do Pai, curava, libertava e restaurava vidas. Ao olhar para as multidões, Cristo não apenas sentiu compaixão, mas nos ensinou que esse sentimento deve gerar ação. Ele nos mostra que, diante de uma colheita abundante e poucos trabalhadores, a resposta é clamar ao Senhor — e estar disposto a ser a resposta desse clamor.
E nós? Qual tem sido nossa resposta?
Antes de pedirmos a Deus que envie mais trabalhadores, é necessário olhar para nós mesmos e perguntar:
Tenho entendido meu papel na Obra do Senhor?
Tenho servido com amor, responsabilidade e compromisso?
Tenho me colocado à disposição de Deus para ser usado por Ele?
A Obra de Deus precisa de pessoas disponíveis, sensíveis ao chamado e dispostas a servir com o coração. Você foi escolhido(a) para esse tempo. A missão não é apenas de alguns — é de todos os que foram alcançados por Cristo.
A colheita continua grande. As vidas continuam clamando por direção, amor e salvação. E Deus continua perguntando: “A quem enviarei?” Que nossa resposta seja como a de Isaías: “Eis-me aqui, envia-me a mim.”
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